ROTEIRISTA: Lucas Andries
Jim Thompson viveu muitas vidas em uma só: foi arquiteto em Nova York, espião durante a Segunda Guerra Mundial e, depois, virou um dos nomes mais importantes da indústria da seda na Tailândia. O cara era milionário, sofisticado e influente.
Sua casa tinha uma coleção de arte tão importante que virou um museu, um ponto turístico. E sua história virou um enigma: em 1967, Jim saiu para uma caminhada… e nunca mais voltou. Sem pistas. Sem corpo. Sem respostas.
O que aconteceu com Jim Thompson naquele domingo de Páscoa? Ele se perdeu na mata? Foi atacado por um tigre? Morreu num acidente? Ou ele teria sido sequestrado? Executado por agentes comunistas?
E por que ninguém — nem a polícia, os helicópteros ou os cães farejadores — conseguiram encontrar absolutamente nada? Hoje, a gente volta aos anos 60 para investigar um dos desaparecimentos mais misteriosos da história da Ásia.
CASO
James Harrison Wilson Thompson nasceu em 1906 e passou a infância no estado de Delaware, nos Estados Unidos. Pra quem não conhece, Delaware é um dos menores estados do país em termos de território, só que é um grande centro financeiro.
CAPITÓLIO DE DELAWARE:

Fonte: https://www.visiteosusa.com.br/destination/dover
Jim (como a gente vai chamar o James) era o caçula de cinco irmãos.
Seus pais, Henry e Mary Wilson Thompson, faziam parte de uma família influente: o pai era um rico industrial do setor têxtil e a mãe do Jim era filha de um general de destaque da Guerra Civil americana.
Quando criança, ele estudou no tradicional St. Paul’s School, na cidade de Concord, em New Hampshire (um outro estado dos EUA).
Depois, Jim seguiu os estudos em Princeton e chegou a cursar arquitetura na Universidade da Pensilvânia. Foi aí que ele deu os primeiros passos na profissão: começou a atuar como arquiteto em Nova York.
E o cara tinha boas conexões sociais herdadas dos pais, sempre cercado de gente influente, pra quem costumava oferecer seu talento de desenhar casas. Nas horas vagas, segundo a revista TIME, ele se dedicava a passatempos, como, por exemplo, ele caçava e criava galinhas.
JAMES HARRISON WILSON THOMPSON:

Fonte: https://time.com/4319751/jim-thompson-history/
No fim da década de 30, Jim tentou três vezes conseguir a licença oficial para exercer a arquitetura nos Estados Unidos. Mas, nas três tentativas, foi reprovado no exame de qualificação. Parece que ele não era tão bom em cálculo… Inconformado, chegou a pedir que o resultado fosse reavaliado, mas recebeu uma negativa que, para ele, foi humilhante.
Mesmo assim, nos anos 30, ele trabalhou como arquiteto em Nova York no escritório Holden, McLaughlin & Associates, projetando casas pra famílias ricas da Costa Leste do país.
Em 1940, quando já estava acontecendo a Segunda Guerra Mundial, o Jim trocou de profissão: ele se alistou na Guarda Nacional de Delaware.
E, eventualmente, conseguiu uma vaga na OSS — ou Escritório de Serviços Estratégicos — que mais tarde daria origem à CIA.
Então, Jim rodou o mundo: ele passou pelo norte da África, Europa... até ser enviado pra Ásia, numa missão de libertar a Tailândia dos japoneses (sim, os japoneses hoje são aliados dos americanos, mas, na época, estavam em lados opostos da guerra).
Quando a guerra acabou, em 1945, e Jim foi dispensado ali do exército, em 1946, ele decidiu que queria continuar na Tailândia. Lá, o Jim enxergou um novo propósito pra sua vida: a indústria de seda.
Quando Jim chegou na Tailândia, a produção local de seda estava quase extinta… A seda feita manualmente por artesãos tinha quase acabado por conta da seda feita à máquina, mais barata.
Mesmo com alguma produção local, a maior parte da seda que circulava na Tailândia vinha de fora, era importada. Isso deixou Jim Thompson bem incomodado: ele contou pra revista TIME que ficou frustrado ao ver que a fabricação daquela matéria-prima tão extraordinária tinha praticamente parado no país.
Decidido a mudar esse quadro, pegou 500 amostras de seda e levou para Nova York. Lá, o tecido fez sucesso: designers, decoradores e jornalistas de moda adoraram.
Segundo a TIME, Jim fechou um acordo com uma empresa para cuidar da distribuição da seda nos Estados Unidos. E ele voltou para a Tailândia para produzir seda: Jim reuniu 200 tecelões, a maioria mulheres, que na época tinham abandonado esse tipo de trabalho e estavam atuando em outras áreas.
Aí, de acordo com a BBC, Jim trouxe corantes modernos, introduziu teares melhores e cuidou de todo o processo de produção e comercialização… O mais legal é que ele permitiu que as tecelãs trabalhassem de casa e que ainda participassem dos lucros da empresa.
A seda tailandesa que eles produziam era diferente de qualquer outra no mercado: feita manualmente, com fibras mais encorpadas e textura viva, tingida à mão com cores profundas e um brilho especial que mudava de tom conforme a luz, graças ao uso de fios de cores diferentes na trama.
Fontes dizem que, com isso, Jim tirou milhares de pessoas da pobreza na região.
O sucesso da seda foi tão grande que ele expandiu os negócios. Algumas fontes relatam que o Jim chegou a comprar plantações na Tailândia para garantir a matéria-prima da produção. E, apesar de ser o maior acionista, Jim Thompson fazia questão de que a empresa tivesse alma tailandesa: dos 36 sócios, apenas 4 eram americanos.
Jim teria começado com um investimento de só 700 dólares no final dos anos 40 e, em 1957, ele fazia 650 mil dólares por ano com a venda da seda.
Esse negócio fez do Jim Thompson um milionário! E, de acordo com as fontes, a seda dele ganhou fama mundial:
Primeiro, por conta de uma conexão com Edna Chase, que era editora da revista Vogue. A Edna conheceu o trabalho do Jim por meio de um amigo em comum e ficou encantada! Então, ela decidiu dar um destaque para os tecidos na revista.
Além disso, Jim forneceu tecidos pro musical da Broadway The King and I, que tinha como cenário a Tailândia da época. Isso também ajudou o Jim a ganhar fama mundo afora…
Em 1958, Jim voltou sua atenção para a arquitetura de novo: ele começou a construir uma casa nova para ele, cheia de arte.
Parece que Jim era um verdadeiro apaixonado por arte e objetos antigos, especialmente da Tailândia. Por isso, a ideia da casa não era só ele morar lá. Era também criar um espaço que demonstrasse essa paixão e também a cultura do país que ele tanto admirava. Era montar sua coleção de arte e objetos raros – como se fosse um museu.
No coração de Bangkok – capital do país –, às margens do Khlong, canal que abrigava o trabalho dos tecelões de seda locais, Jim ergueu sua casa.
Não era uma residência comum: ele juntou diversos estilos tradicionais de arquitetura tailandesa com a sua visão moderna, criando um conjunto de vilas com telhados pontiagudos. E ele fez isso num lugar cheio de mata da área ao redor.
No ano seguinte, 1959, ele finalizou essa casa, que logo se tornou uma das principais atrações turísticas de Bangkok e um ponto de encontro para os seus amigos.
E, como eu comentei, a casa funcionava tipo um museu. Ele encheu o local com uma coleção de arte tailandesa única!
Em 1962, Jim Thompson foi acusado de ter, lá na casa, cinco cabeças de Buda que supostamente teriam sido roubadas. Na época, ele se defendeu dizendo que ele não guardava peças por interesse próprio ou para ganhar dinheiro. Segundo ele, a ideia era ter ali na casa um espaço onde a cultura tailandesa pudesse ser preservada e apreciada pelo público, como uma forma de ajudar o país. No fim, isso aí não deu em nada: ele não foi preso, nem nada… Só acabou entregando as peças mesmo.
Jim investiu grande parte da sua fortuna pra ampliar sua coleção… E, pelo que parece, grande parte do dinheiro que ele ganhava com a empresa de seda era usado pra comprar arte.
Gente, hoje essa casa virou um museu super famoso em Bangkok, um dos lugares mais turísticos da cidade… E eu tive a oportunidade de visitar ela recentemente!
CASA DO JAMES THOMPSON:


Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Jim_Thompson_(designer)

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Jim_Thompson_House
Enquanto isso, rolavam uns rumores na Tailândia: esses boatos diziam que Jim ainda tinha contato com a inteligência dos Estados Unidos. Ou seja, os rumores afirmavam que, mesmo depois de Jim ter saído da OSS, ele ainda estaria atuando como espião. Mas nunca foi confirmado se Jim Thompson ainda tinha ou não essas relações…
Em algum momento não especificado de 1967, uma coisa bem estranha aconteceu com o Jim:
Jim estava a caminho da casa de um amigo na Malásia. E, no trajeto, algo esquisito aconteceu: o motorista do táxi em que ele estava foi trocado do nada. Sem explicação. Depois disso, o carro foi direto para uma garagem, alegando que precisava de reparos.
Lá, o Jim e a pessoa que estava acompanhando ele foram convidados a mudar de carro…
Só que o novo táxi já estava ocupado — com dois homens desconhecidos!
O Jim e o amigo acharam aquilo suspeito e se recusaram a seguir viagem com eles. Mais tarde, amigos do Jim chegaram a cogitar que isso podia ter sido uma tentativa de sequestro... Mas que, por algum motivo, acabou não se concretizando.
Pouco tempo depois disso, na Páscoa de 1967, o Jim Thompson tinha 61 anos e decidiu tirar uns dias de descanso. Ele vinha de uma rotina intensa de trabalho — tinha acabado de inaugurar, três semanas antes, a nova sede da sua empresa em Bangkok.
Cansado, resolveu aceitar o convite de um casal amigo, o Dr. Ling e a sua esposa, e foi passar uns dias com eles na Cameron Highlands, na Malásia.
Parece que lá tinha o Jim, esse casal de amigos e alguns outros amigos…
CASA EM QUE JIM ESTAVA HOSPEDADO:

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Disappearance_of_Jim_Thompson
Essa Cameron Highlands fica a cerca de 230 km ao norte de Kuala Lumpur, capital da Malásia, numa altitude de mais ou menos 1.500 metros.
Essa é uma das regiões de serra mais bonitas do sudeste asiático — é um lugar que, até hoje, atrai visitantes que estão buscando tranquilidade… Ali tem selvas, plantações de chá e flores por todos os lados.
CAMERON HIGHLANDS DA MALÁSIA:

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Cameron_Highlands
LOCALIZAÇÃO DAS CAMERON HIGHLANDS:

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Cameron_Highlands
No domingo de Páscoa, 26 de março de 1967, tudo parecia tranquilo…
Jim acordou cedo com os amigos para ir à igreja. Antes da missa, saiu pra caminhar um pouco sozinho (segundo fontes, Jim ficou sozinho por cerca de 20 minutos, mais ou menos). Depois disso, Jim reencontrou os amigos e foram todos juntos pra missa.
A missa durou mais de uma hora…
Por volta do meio-dia, todo mundo voltou para o chalé onde eles estavam, chamado Moonlight. Lá, todo mundo almoçou.
Depois do almoço, os amigos do Jim foram tirar um cochilo… E, por volta da uma e meia da tarde, Jim saiu de novo, sem avisar ninguém, pra mais uma caminhada.
O Dr. Ling estava no quarto dele quando ouviu passos. Imaginou que era o Jim saindo pra mais uma das caminhadas que tanto gostava de fazer.
Jim chegou até a acenar pra duas amigas e sorrir antes de sair. Elas viram ele ao longe, seguindo pela estradinha de acesso ao chalé.
Ele devia voltar pra hora do chá… Mas Jim Thompson nunca mais voltou!
Quando escureceu e Jim Thompson ainda não tinha dado sinal de vida, o Dr. Ling ficou preocupado. Afinal, a floresta era cheia de bichos selvagens… e de bandidos também. Então, ele foi até a delegacia da cidade vizinha e registrou o desaparecimento.
A resposta? Foi gigantesca.
Então, começava ali uma das maiores buscas já feitas nas montanhas da Malásia. Quase 300 pessoas envolvidas – entre policiais, helicópteros, cães farejadores… Todo mundo tentando achar qualquer rastro do Jim.
E as buscas não foram feitas só pelos meios mais comuns, como a polícia e os cães farejadores. Até tribos indígenas da região entraram na procura para ajudar, assim como pessoas que supostamente tinham habilidades de clarividência:
Lá em Bangkok, na Tailândia, onde Jim morava, um jesuíta português que tinha a fama de ser clarividente apontou em um mapa o lugar onde ele achava, por meio das habilidades dele, que o Jim poderia estar. O palpite foi parar nas mãos de um general americano, que pegou um avião e foi até a Malásia com o mapa debaixo do braço.
O general se juntou às buscas e foi até o ponto indicado. Vasculharam a área, fizeram perguntas, seguiram as pistas… Mas não encontraram nada.
Logo que as buscas por Jim começaram, os amigos dele e as autoridades locais alimentaram a esperança de que ele tivesse sido sequestrado por algum grupo de bandidos da região… O que não era tão fora do comum por lá — volta e meia, bandidos capturavam comerciantes chineses para exigir algum resgate. Então, essa era uma possibilidade considerada.
Mas, mesmo com os amigos do Jim oferecendo uma grana alta pra quem tivesse qualquer pista, ninguém nunca pediu qualquer resgate.
Fontes afirmam que Jim conhecia bem como andar na selva. Era um cara acostumado a andar por esse tipo de trilha. E, além disso, ele tinha servido no exército, então ele deveria saber se portar num lugar desses…
Só que, segundo a TIME, a floresta ao redor das Cameron Highlands é tão densa, tão cheia de caminhos tortuosos, que os oficiais locais chegaram a calcular que ia ser preciso um batalhão trabalhando por um mês todo pra vasculhar tudo ali.
Apesar disso, tem gente que duvida que o Jim poderia se perder por ali:
Para a BBC, uma pessoa com bastante experiência na região — a família dela trabalhou nas plantações de chá das Cameron Highlands, desde os anos 30 — afirmou que nunca acreditou nessa história de que o Jim teria desaparecido na mata.
Segundo essa pessoa, Jim teria saído apenas para uma caminhada curta e, naquele trecho, não tem uma selva tão fechada assim. Então, a ideia de que alguém poderia desaparecer sem deixar vestígios simplesmente não fazia sentido. Essa pessoa nunca aceitou essa hipótese.
A única pista veio de uma cozinheira que morava em um bangalô de uma missão luterana — um lugar onde igrejas faziam atividades para divulgar o luteranismo e prestar assistência na Tailândia — ali por perto. Ela contou que viu Jim na região por um tempo. Só que, depois de um tempo, ela não viu mais ele…
A busca que rolou naquela época foi enorme — mostrando o quanto o Jim era respeitado e conhecido no sudeste asiático.
Mas, no fim daquela semana, nenhum vestígio de Jim tinha sido achado:
Nenhum! Apesar do esforço enorme pra achar ele, não encontraram nem um sapato. Nem uma pegada. Nem um fio de cabelo. Nenhum sinal de um corpo. Nenhum pedaço de roupa. Nenhum vestígio. Nada…
Desde que o "rei da seda tailandesa" sumiu sem deixar rastros, os amigos dele começaram a desconfiar de que tinha algo muito estranho naquele desaparecimento.
E começaram a cogitar uma outra hipótese: se o Jim Thompson não tinha sido raptado por um resgate, será que ele tinha sido raptado por conta de uma intriga internacional?
Essa teoria ganhou força porque, no mesmo dia em que ele sumiu, uma coisa estranha aconteceu: 5 carros subiram a estrada — que quase nunca tinha movimento — que dava acesso à montanha. Depois disso, os carros desceram 3 horas depois. Bem na janela de tempo que Jim desapareceu.
E isso, na cabeça ali de quem viveu dentro dos bastidores do poder, nunca é só coincidência. Pros amigos mais próximos, muitos deles ex-agentes de inteligência, aquilo cheirava a algo político. Mas qual o motivo?! Ninguém sabia ao certo.
Algumas fontes sugerem que o Jim pode ter sido raptado por comunistas para ser usado em algum tipo de complô — ou seja, uma conspiração ou plano secreto, geralmente criado por um grupo para atingir um objetivo oculto, muitas vezes ilegal.
E é importante lembrar: quando ele desapareceu, era 1967 — a Guerra Fria estava pegando fogo no Sudeste Asiático, com a Guerra do Vietnã a todo vapor e a tensão só aumentando. Mas… que complô seria esse? Ninguém sabia dizer.
E é aí que essa teoria ficava nebulosa: faltavam os detalhes, provas e até mesmo um motivo claro para que Jim fosse o alvo.
Mas e se a história for ainda mais sombria?
Uma teoria recente alega que um cara teria feito uma confissão em seu leito de morte: Teo Pok Hwa, ex-alto membro do CPM, o Partido Comunista da Malásia, teria admitido que o partido executou Jim.
Segundo ele, Jim Thompson estava querendo se encontrar com um cara chamado Chin Peng — líder do CPM e inimigo número um do governo da Malásia. A desconfiança deles em relação ao Jim até faz sentido: Jim tinha passado pela inteligência americana e conhecia bem o jogo político ali da região. O que esse americano queria com um líder comunista local?
A teoria diz que Jim teria sido morto pelos comunistas e que sumiram com qualquer vestígio… Mas essa teoria nunca foi confirmada.
Outros ainda acreditam que Jim tenha forjado o próprio desaparecimento — talvez com medo de ser exposto como um espião duplo… ou até como homossexual.
Um grupo anônimo de amigos decidiu dobrar a recompensa na época: 25 mil dólares para quem trouxesse informações que levassem ao paradeiro do Jim com vida. E cerca de 10 mil, caso alguém conseguisse provar a sua morte.
Mas com o tempo, as teorias começaram a beirar o absurdo. Quem conta é um ex-oficial da polícia da Malásia e morador antigo ali da região, para a BBC.
Estranhos apareciam dizendo que Thompson estava escondido em algum bangalô, numa caverna ou até no topo de uma montanha.
A essa altura do caso, tudo parecia possível… Teve até quem dissesse que Jim foi atacado por tigres. Outros achavam que ele pode ter caído numa armadilha feita pelos povos indígenas da região.
Mas tem gente que acredita em outro desfecho: uma das teorias é de que Jim talvez tenha sido atropelado por um caminhão de madeira. O corpo, segundo essa hipótese, teria sido levado e destruído numa serra elétrica.
Outra teoria afirma que um trabalhador local atropelou ele por acidente e enterrou o corpo logo em seguida.
A versão oficial? É que Jim provavelmente se perdeu ali na floresta ou caiu numa ribanceira durante a caminhada. Só que a verdade é que, como eu disse, nada nunca foi realmente achado ou confirmado.
Nenhum corpo, nem nenhuma pista concreta. Hoje, quase 60 anos depois, o mistério continua! E a verdade sobre o que aconteceu com o Jim parece tão distante quanto no dia em que ele sumiu.
Nenhuma das teorias foi confirmada. E talvez nunca sejam… Porque o caso não tem evidência ou pistas. E também já se passaram décadas!
O nome de Jim Thompson continua vivo na região — estampado em lojas de seda, restaurantes e em páginas na Internet sobre os maiores mistérios da Ásia. O que sobrou mesmo foi a lenda do Jim Thompson, sua marca… e o seu amado museu.
FONTES:
- https://en.wikipedia.org/wiki/Jim_Thompson_(designer)
- https://en.wikipedia.org/wiki/Disappearance_of_Jim_Thompson
- https://time.com/4319751/jim-thompson-history/
- https://content.time.com/time/subscriber/article/0,33009,843518-2,00.html
- https://content.time.com/time/subscriber/article/0,33009,899490,00.html
- http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/6484761.stm
- https://content.time.com/time/subscriber/article/0,33009,810324,00.html
- https://www.theparisreview.org/blog/2013/04/15/silk-thread-the-strange-mystery-of-jim-thompson/
- https://web.archive.org/web/20171021083746/http://www.bdtonline.com/news/entertainment/new-film-claims-to-have-solved-jim-thompson-mystery/article_676005d9-e6d5-5894-8963-c65010d3ac05.html
- https://www.nationthailand.com/in-focus/30333215
- https://www.youtube.com/watch?v=42I7DPYTVeo&t=36s
- https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g293916-d447276-Reviews-Jim_Thompson_House-Bangkok.html
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Delaware
- https://www.visiteosusa.com.br/destination/dover
- https://en.wikipedia.org/wiki/Jim_Thompson_House
- https://en.wikipedia.org/wiki/Cameron_Highlands













