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Uma câmera de segurança com visão noturna registra a imagem de uma garota alta, vestindo shorts, camisa e uma tiara no cabelo, olhando para trás no que parece ser a rua de sua própria casa. E nunca mais voltou pra casa. 

As investigações, muitas delas feitas de forma particular pela família da garota, mostram que existem furos no caso. Sete anos depois, ninguém tem a resposta do que aconteceu com a garota na câmera de vigilância.

Seu nome é Tiffany Valiante, e ela tinha dezoito anos quando sua história terminou.

Antes de falar sobre o dia do acontecimento, preciso explicar um pouquinho sobre a personalidade da Tiffany. Seus familiares e amigos dizem se tratar de uma garota alegre, cheia de vida e de sonhos. Seus pais são Diane e Stephen Valiante. Ela tinha duas irmãs mais velhas por parte de mãe, Jessica e Krystal, mas era a única filha de Stephen.

Ela estava de malas prontas para a universidade, onde tinha conseguido uma bolsa por ser uma atleta considerada promissora. Tiffany jogava vôlei e tinha tudo para se tornar um dos grandes nomes do esporte.

Aos dezoito anos, ela tinha uma adolescência que a sociedade considera bem normal: aparentemente, cresceu em um lar amoroso, e como toda adolescente tinha seus momentos de rebeldia. Pouco antes de morrer, em 2015, ela tinha se assumido lésbica para a família, o que foi chocante para a mãe dela, Diane.

Algumas fontes relatam que as duas tiveram que fazer uma terapia, uma espécie de aconselhamento, para que mãe e filha ultrapassassem alguns obstáculos dessa fase da adolescência e se acertassem, já que brigavam muito. Mas, na maioria das matérias e documentos sobre o caso, não há registro sobre mãe e filha terem cortado laços. Muito pelo contrário. Tiffany estava em seu segundo relacionamento com uma mulher quando morreu e, até então, as coisas em casa estavam tão normais quanto poderiam em uma família cuja caçula está saindo de casa para ir para a faculdade.

Tiffany, seus pais e irmãs moravam em um bairro residencial na comunidade de May’s Landing, perto de Atlantic City, em Nova Jersey.

Em doze de julho de dois mil e quinze estavam todos reunidos para uma festa de família na casa de um dos tios de Tiffany, que ficava na mesma rua. O dia foi bem normal. Na confraternização, Tiffany contou aos parentes dos planos antes da faculdade, incluindo a festa de aniversário da mãe, que estava chegando, e eventos em que participaria com amigos durante a próxima semana. Só que essa semana nunca chegou.

Por volta das nove da noite, Stephen e Diane receberam uma ligação quando ainda estavam lá, nessa festa, de uma amiga de Tiffany. Ela estava com sua mãe esperando na porta da casa dos Valiante para falar sobre o uso indevido do cartão de crédito dessa menina pela Tiffany. 

O que quer que tenha sido conversado entre eles não demorou muito. Diane e Stephen dizem que Tiffany negou ter utilizado o cartão da menina e, pelo visto, tudo ficou por isso mesmo, já que às nove e vinte e quatro a menina e a mãe já estavam indo embora. Diane, mãe da Tiffany, foi com ela revistar o carro que a garota utilizava para saber se o tal cartão estava ou não estava ali, e ela viu a filha encontrar o cartão e colocá-lo no bolso da calça. Entrou para chamar Stephen e, na volta, Tiffany já tinha sumido.

Aqui, vale um parêntese, que pode dizer muito a respeito da falta de critério da polícia em fazer uma análise completa do caso ou até mesmo das coisas que os Valiante não contam em relação à morte de Tiffany: não se fala em detalhes sobre esse cartão em lugar nenhum. Ele, claramente, foi o gatilho para todo o acontecimento, e mesmo assim não temos informações substanciais sobre ele.

Por exemplo: se Tiffany usou indevidamente o cartão da amiga, ela utilizou para que? Por que usar o cartão da amiga se ela tinha um cartão de crédito próprio? Alguma coisa ali acendeu o alerta para que a mãe da amiga se envolvesse e fosse conversar com os pais da Tiffany… mas a gente procurou e procurou e nós não achamos NADA que se relacionasse com esse bendito cartão de crédito.

Por outro lado, algo que as reportagens sobre o assunto falam é que Tiffany já tinha roubado dinheiro dos próprios pais, em uma ocasião, meses antes da morte. Isso poderia colocá-la na posição de garota problema, da adolescente que dá trabalho aos pais, mas Diane defende que a filha não é uma ladra. 

De qualquer forma, a gente volta para o acontecimento: será que se o barraco sobre o cartão de crédito não tivesse ocorrido, Tiffany ainda estaria viva?

É difícil especular, mas as investigações mostram que foi logo após essa discussão toda que Tiffany saiu para nunca mais voltar. Seus pais e parentes próximos, sabendo do ocorrido, tentaram ligar para ela, mas não conseguiram falar. As horas começaram a passar e nada de Tiffany aparecer. Temendo que ela tivesse fugido para não levar uma bronca, Stephen e Diane enviaram mensagens dizendo que estava tudo bem, que ela poderia voltar para casa. Eles iriam conversar e ninguém iria puni-la. 

O silêncio se tornava cada vez mais desesperador e mais parentes começaram a se organizar para procurar Tiffany, até que um de seus tios viu uma movimentação de carros de polícia perto da Milha 45 dos trilhos do trem. Ele perguntou a um dos oficiais se ele tinha visto uma menina bem alta, com a descrição física de Tiffany, e ouviu a frase que transformou a noite inteira em um grande pesadelo:

Abre aspas, houve um atropelamento pelo trem e a vítima tem essas características, fecha aspas.

A polícia deixou que o tio, Michael Valiante, se aproximasse para fazer uma possível identificação do corpo. Ele conta que conseguiu identificar Tiffany e, de todas as coisas ruins que aconteceram, ficou feliz por ter sido ele a encontrá-la, já que seu irmão Stephen não aguentaria ver aquela cena.

Bom, se levarmos em conta que uma garota de cerca de um metro e oitenta, de no máximo 80 quilos, for atropelada por um trem a 130 quilômetros por hora, conseguimos entender porque o tio Michael ficou realmente aliviado. O relatório dos legistas afirmava que a morte de Tiffany se deu, abre aspas, por múltiplas lesões traumáticas, com seus braços sendo arrancados de seu corpo e seu cérebro expelido da cavidade craniana, fecha aspas.

Michael voltou com essa cena na cabeça para informar aos pais que, infelizmente, a pessoa atropelada era Tiffany, e que ela tinha morrido instantaneamente com o impacto. Claro que todos ficaram desesperados com a notícia, mas o pior para a família ainda estava por vir, se é que algo assim ainda pode piorar…

A notícia do acidente nos trilhos do trem correu e logo no dia seguinte à morte de Tiffany a imprensa noticiava que a adolescente tinha cometido suicídio. Isso doeu muito em Stephen e Diane, que disseram que a filha não tinha nenhum motivo para tirar a própria vida. Ela estava feliz, realizada, tinha um futuro brilhante pela frente. 

Segundo o casal, tirando esse episódio do cartão de crédito, tudo o mais estava às claras entre a filha e eles. Revoltados com a falta de sensibilidade da imprensa ao dar aquela notícia que, para eles, era falsa, familiares foram pessoalmente reclamar na sede dos jornais. Os jornalistas se defenderam dizendo que só reportaram o que a polícia rodoviária lhes disse.

E foi assim que a família de Tiffany descobriu que, para a polícia, o caso estava concluído: era um suicídio. Fim. 

Isso porque um dos dois maquinistas presentes no trem na hora do impacto disse às autoridades que viu Tiffany pular na frente do veículo. Como o boletim de ocorrência foi aberto pela polícia rodoviária, e não pela civil, eles não viram nenhuma necessidade de ir além nas investigações do que o que o maquinista lhes dizia. 

Para eles, era apenas, abre aspas, um acidente de trânsito, fecha aspas, e se os jornais não tivessem dito nada, a família Valiante demoraria um pouco mais para descobrir que não havia uma linha de investigação a seguir pela polícia civil. Isso os deixou bastante frustrados, e eles não compraram a ideia de que Tiffany tinha cometido suicídio.

Nesse impasse, uma coisa fica bem clara: as autoridades envolvidas no incidente de doze de julho de dois mil e quinze na milha quarenta e cinco dos trilhos de Nova Jersey pecaram diversas vezes naquela noite, o que só aumenta a aura de mistério sobre o falecimento da jovem.

Pra começar, como o acidente ocorreu à noite, por volta das onze horas, estava obviamente muito escuro e a varredura do local não foi muito bem feita. Até aí, eles não achavam que era uma cena de crime – então não teria mesmo o que tentar encontrar nas proximidades.

Só que o corpo de Tiffany, no impacto, estava sem roupas e sem sapatos. A câmera de vigilância de sua casa captou o momento em que ela saía usando um par de sapatos, meias, shorts, camiseta e tiara. Uma garota seminua indo de encontro ao trem deveria levantar uma suspeita, né?

E teve mais: na cena foi achado um machado com marcas vermelhas, que poderiam ser sangue, mas a polícia fez tão pouco caso de potenciais evidências que eles acabaram PERDENDO esse machado. 

Apenas quatro dias depois da morte o relatório do legista ficou completo e firmava a hipótese de suicídio. Os Valiante não aceitaram esse veredito, por assim dizer, e contrataram uma equipe de investigadores particulares para dar uma nova olhada no caso.

Para eles, não havia dúvidas de que o caso era um HOMICÍDIO.

Os relatórios dos especialistas contratados pelos Valiante para apurar a morte de Tiffany são completamente diferente dos apresentados pela polícia de Nova Jersey. 

Ignorando o tal machado e todas as possíveis evidências da cena do crime, a polícia criou a teoria de que Tiffany tinha fugido de casa, com medo de levar uma bronca ou coisa pior, e foi aos trilhos decidida a tirar sua própria vida. Antes, porém, foi tirando suas roupas e sapatos pelo caminho – e, por isso, seu corpo estava seminu quando sofreu o impacto com o trem.

Nessa linha de pensamento pesam duas possibilidades. A primeira é que usar o cartão de uma amiga sem a permissão dela poderia causar muito mais que uma bronca na casa de Tiffany. Essa teoria leva em consideração que a menina e sua mãe, Diane, não tinham uma relação tão boa quanto a família quer pintar.

Primeiro porque a sexualidade de Tiffany era um problema para Diane. Ela não aceitava que Tiffany se relacionasse com mulheres e vivia na negação de, abre aspas, ser apenas uma fase, fecha aspas. Algumas fontes dão conta de que o Conselho Tutelar chegou a visitar a família Valiante TRÊS VEZES em dois mil e quatorze depois que Tiffany apareceu nas aulas com hematomas que não correspondiam à atividade física que ela desempenhava como atleta. 

Há também relatos de que Diane tenha empurrado Tiffany durante uma briga, e que ambas estavam frequentando a terapia familiar a pedido de conselheiros tutelares.

Para as autoridades, foi um suicídio adolescente, mas essa teoria não explica por que Tiffany tiraria as roupas e os sapatos para correr em pedras, por exemplo, se seu objetivo final era se matar.

Essa, inclusive, é uma das evidências contestadas pelo detetive particular contratado pela família, já que nas fotos do corpo, tiradas na cena do incidente e durante a autópsia, as solas dos pés de Tiffany não apresentam marcas correspondentes à caminhada em solo desnivelado. Quem já viu um trilho de trem sabe que o local é cheio de pedras, fora que, no caso de Tiffany, ela teria que passar por uma região de mata para chegar ao local do impacto. 

Seus sapatos foram encontrados muito depois do fato, bem longe da cena toda. 

Outra coisa sobre essa tese de suicídio é que o intervalo de tempo em que Tiffany saiu de casa e sofreu o impacto foi de menos de três horas. Para planejar se matar nos trilhos, ela teria que saber exatamente o momento em que o trem passaria, senão corria o risco de ser resgatada antes do ato. 

E se ela soubesse o horário do trem, por que perderia tempo tirando suas roupas e sapato, dificultando sua caminhada até o local?

Uma legista que, posteriormente, examinou os documentos médicos de Tiffany encontrou inúmeras falhas na investigação policial. Primeiro, o único exame feito no corpo da vítima foi toxicológico, para saber se ela tinha ingerido drogas. 

Não houve um exame de DNA ou de abuso sexual, por exemplo. Como a família cremou o corpo da adolescente, esse tipo de exame póstumo também ficou inviável, aumentando ainda mais o mistério. 

Afinal, se a vítima estava seminua no momento da morte, é possível que tenha sofrido algum tipo de abuso, além de ter sido assassinada e deixada nos trilhos para fazer com que tudo parecesse um acidente…

Essa hipótese se fortalece quando a legista que revisitou a autópsia disse que os ferimentos no corpo de Tiffany correspondem ao impacto entre o trem e uma pessoa DEITADA. Ela era muito alta, se ela tivesse pulado na frente do trem, como disse um dos maquinistas, ela teria ferimentos bem diferentes.

Quer dizer que o maquinista MENTIU quando disse que a viu pular na frente do trem? Não necessariamente. A própria legista explica que o impacto foi tão forte que é possível que o que o maquinista viu foram os membros da garota se soltando do corpo, dando a impressão de que alguém tinha pulado na frente dos trilhos. A violência do impacto foi tanta que o corpo dela foi separado por diversas partes da milha quarenta e cinco.

O depoimento dos dois maquinistas também gera suspeitas sobre as investigações. Deles, um era maquinista sênior e o outro era estudante de engenharia. Foi o estudante quem disse que viu Tiffany pulando na frente da máquina, afirmação que fez também o maquinista sênior. 

Só que, em um segundo depoimento, o maquinista sênior assumiu que estava DE COSTAS para o painel do veículo na hora do impacto, então não poderia ter visto ninguém pulando ali na frente, e que apenas acreditou nas palavras do estudante…

Sobre a cena do acidente, que as autoridades não trataram como cena do crime, vale ressaltar que a família Valiante fez a própria varredura no local depois do acontecido, tomando todos os cuidados para não contaminar a cena, mesmo sendo leigos no assunto. Eles encontraram algumas possíveis evidências de crime e as entregaram à polícia, e infelizmente também encontraram restos mortais de Tiffany ainda espalhados pela milha quarenta e cinco.

Com exceção dos shorts, todos os outros pertences de Tiffany foram encontrados, eventualmente, e espalhados por um raio de três quilômetros. O celular, que recebeu inúmeras ligações e mensagens que nunca chegaram, estava bem perto da casa de Tiffany.

Quem sustenta a teoria de que ela foi assassinada e levada aos trilhos do trem diz que ela pode ter entrado em um carro, ainda perto de casa, e que quem estava dentro do carro jogou seu celular fora bem rapidamente. Para que isso fosse possível, ela precisaria conhecer a pessoa ou as pessoas do carro. Mas evidências dessa possibilidade nunca apareceram. 

Aí eu me pergunto: por que ninguém fala abertamente sobre o cartão de crédito? A amiga de Tiffany e sua mãe estavam na porta da casa dela; seria possível que elas mesmas tenham feito a menina entrar no carro, se é que isso aconteceu?

Essa pista pode ser crucial para as investigações, mas não encontramos NADA sobre o assunto na imprensa e nos documentos públicos do caso. Depois que a história de Tiffany foi contada na série Mistérios Sem Solução, a internet entrou em diversos debates sobre teorias e até nos fóruns de discussão ninguém parece ter nenhuma informação relevante sobre o cartão ou a amiga.

Vamos lá: se Tiffany tinha o próprio cartão, por que precisaria do crédito da amiga para fazer uma compra? Se a gente pensar que ela queria comprar algo escondido dos pais, e eles com certeza veriam a movimentação no cartão dela mesma, a pergunta é outra: se a amiga emprestou o cartão de livre vontade, por que ficou TÃO brava quando Tiffany o utilizou?

Aí a gente se lembra que a amiga ficou pistola porque disse que não tinha autorizado uso nenhum por parte de Tiffany. Ela estava tão chateada que foi com a própria mãe para a casa da Tiffany tirar satisfação. Até aí, tudo bem: essa amiga pode ter ficado com medo de contar a verdade à mãe e negou que tenha emprestado o tal cartão, assim como Tiffany negou tê-lo usado, mesmo que ela e sua mãe tenham o encontrado dentro do carro da jovem.

Essa parte da história parece um diz-que-me-disse adolescente, mas merecia um pouco mais de atenção por parte das autoridades e também por parte da imprensa, incluindo os produtores da série Mistérios Sem Solução, já que é por causa desse evento, em particular, que tudo o mais se desenrola.

Tiffany pode ter tido problemas íntimos graves, com a questão da sua sexualidade, a saída da escola, a ida para a faculdade, e é bem normal que uma pessoa aparentemente feliz acabe atentando contra a própria vida. A gente nunca sabe o que as pessoas estão passando DE VERDADE. A família e os amigos podiam ter achado que ela estava plena e feliz quando não estava. Ela pode ter pego o cartão da amiga sem permissão, utilizado em algo que os pais não poderiam saber, e tudo aquilo pode ter servido de gatilho para que ela se desesperasse a ponto de decidir pelo suicídio. 

Mas também pode ser que ela tenha se desesperado em níveis normais, quando adolescentes fazem coisa errada e logo pensam “ai, meus pais vão me matar”, e tenha fugido para decidir o que fazer até voltar para casa. Só que, no caminho, encontrou alguém ou algumas pessoas que não estavam interessadas em deixá-la voltar. Ela pode ter sido ameaçada ou entrado em alguma luta física, desmaiado, e a outra pessoa, achando que tinha matado Tiffany, a deixou nos trilhos do trem, onde de fato ela morreu.

Ou ela pode ter sido seguida, coagida a entrar no carro, sofrido abuso, sendo morta e os trilhos do trem foram só uma forma de o criminoso acobertar o que fez. Pelo visto, seria fácil, já que a polícia rodoviária realmente se sustentou na teoria do suicídio e não foi além dessa hipótese…

A verdade é que, até onde sabemos, o que aconteceu com Tiffany em doze de julho de dois mil e quinze morreu com ela. Como o local não foi tratado como cena de crime, como ela foi cremada, não há evidências o suficiente para afirmar com veemência que tenha sido suicídio ou homicídio. 

Os pedaços de informação que a gente vê nos documentários, documentos e pela internet só são capazes de reforçar a convicção de cada um ou gerar ainda mais dúvidas. Por mais que ter um fechamento seja importante para que a família e os amigos sigam em frente, infelizmente não parece que esse vai ser o caso a respeito de Tiffany.

Os Valiante continuam as investigações em paralelo e, recentemente, afirmaram em entrevistas que a cobertura do caso pela série Mistérios Sem Solução lhes deu uma nova esperança de que a ocorrência seja reaberta e investigada pela polícia civil do estado de Nova Jersey. 

Já se passaram sete anos desde a noite em que a vida de Tiffany teve um fim na milha quarenta e cinco, mas cada nova teoria levantada faz com que a história da sua trágica e violenta morte esteja apenas no início.

ROTEIRO: Lais Menini

FONTES:

https://cm-ob.pt/onde-estao-os-pais-de-tiffany-valiante-dianne-e-stephen-valiante-agora

https://the-line-up.com/tiffany-valiente

https://observatoriodocinema.uol.com.br/listas/tudo-que-misterios-sem-solucao-nao-revela-sobre-a-morte-de-tiffany-valiante

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