Em dezembro de 2025, um caso começou a intrigar o Brasil inteiro: Daiane Alves era uma corretora de imóveis que morava num edifício no centro de Caldas Novas, em Goiás. Um prédio normal: elevador, porteiro, câmeras de segurança, moradores entrando e saindo o tempo todo. Em teoria, era pra ser um lugar seguro.
Até que… na noite do dia 17 de dezembro, a energia do apartamento dela caiu. Ela saiu do apartamento pra resolver isso. Pegou o elevador. Desceu.
E nunca mais voltou.
Daiane simplesmente desapareceu dentro de um prédio monitorado, sem deixar sinais evidentes do que tinha acontecido. Nos dias seguintes, o caso se transformou numa investigação cheia de dúvidas, filmagens passaram a ser analisadas, conflitos anteriores vieram à tona e uma pergunta ficou no ar: o que aconteceu com a Daiane Alves?
Pessoal, antes de a gente começar: esse caso que eu estou trazendo hoje é muito recente! Ele rolou tem pouco mais de um mês… E as investigações estão acontecendo no momento em que eu estou gravando esse episódio aqui em fevereiro de 2026.
Foi só nos últimos dias, nas últimas semanas, que respostas começaram a surgir e que o caso começou a ter um desfecho. Só que ainda tem vários desdobramentos acontecendo enquanto eu gravo, tem coisas em aberto e também tem muito detalhe que os investigadores ainda estão tentando desvendar 100%. Ou seja, ainda tem respostas que faltam descobrir…
Talvez eles até já conseguiram desvendar algumas dessas coisas, só que, se desvendaram, ainda não divulgaram, pra não atrapalhar o andamento dos processos. Nem tudo que os detetives descobrem vira notícia logo de cara, né?
Isso quer dizer que o que eu vou contar aqui hoje é o que saiu até agora e pode ser que, nos próximos dias ou semanas, surjam novas informações e que elas complementem (ou até mudem) um detalhe ou outro, um ponto ou outro, do que a gente sabe.
Mesmo assim… o que já veio à tona é mais do que suficiente para deixar a gente chocado.
Lembrando que todas as informações que eu juntei aqui vieram de fontes como noticiários, entrevistas…
Vamos começar:
CASO
Quem era a Daiane? Daiane Alves Souza tinha 43 anos. Ela era a caçula de três irmãos e nasceu em Uberlândia, em Minas Gerais.
DAIANE ALVES SOUZA:

Quem convivia com Daiane descreve ela como uma pessoa comunicativa, cheia de amigos e bem desenrolada. Ela era daquelas pessoas que puxam conversa com qualquer um, sabe? Que gostam de se comunicar e que, se tem alguma questão, ela vai lá e resolve na hora. Não deixa pra depois.
Além disso, segundo familiares, ela era uma pessoa fácil de se relacionar, mas que lutava pelo que achava certo. Ou seja, se Daiane acreditasse que era necessário, ela confrontava mesmo. Falava. Batia de frente. E não fugia do conflito, se ela sentisse que estava sendo injustiçada. Então, Daiane era meio que colérica também, pelo que contam.
Então, ao que tudo indica, ela era esse tipo de pessoa — que eu acabei de comentar.
Nesse caso, é importante eu explicar o contexto familiar dela também:
As fontes dão a entender que a família dela sempre foi unida. Todo mundo de Uberlândia: mãe, pai, irmãos, filha, cunhados, sobrinhos…
E o que a Ludmilla, que é a cunhada da Daiane, contou em uma entrevista para o canal do Caixa de Pandora é que a família tinha um sonho: ter um lugar para onde todo mundo pudesse viajar junto. Um lugar de descanso e união, sabe?
Esse lugar era… Caldas Novas, em Goiás (que fica a cerca de duas horas e meia de carro — cerca de 170 quilômetros — de distância de Uberlândia). E que tem um pouco mais de 100 mil habitantes.
VISTA AÉREA DE CALDAS NOVAS:

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caldas_Novas
Ao que tudo indica, por conta desse sonho, a mãe da Daiane, a Nilze Alves, teria comprado seis apartamentos num edifício chamado Ametista Tower, que fica no Residencial Golden Thermas, em Caldas Novas.
E Ludmilla dá a entender que eram seis apartamentos nesse mesmo lugar porque era pra família toda ficar junto ali. Cada um com seu espaço, mas todo mundo perto.
Eu tive a impressão que era uma coisa familiar mesmo: o próprio padrasto da Daiane, por exemplo, um senhor com mais de 80 anos, quem teria feito alguns móveis do local, pelo que eu entendi da entrevista com a Ludmila.
Parece que era uma coisa que eles tinham cuidado e carinho, sabe?
Mas, mesmo eles tendo esses apartamentos, a vida da família continuava toda em Uberlândia. Todo mundo morava lá, em Minas Gerais, e, por conta disso, na maior parte do tempo, os imóveis em Caldas Novas, ali em Goiás, ficavam alugados.
E o Ametista Tower tem uma localização muito boa! Ao que tudo indica, ele fica bem no centro da cidade e ainda fica perto de um clube (não sei bem que tipo de lugar que é, mas me parece que é um clube com piscina, com quadra de futebol e coisas de lazer assim).
Ou seja, as propriedades são lugares de alta procura — porque você aluga e aí consegue ficar bem pertinho de tudo.
Também parece ser um lugar com muita rotatividade: enquanto eu estava lendo sobre o caso, eu tive a impressão que eles alugavam num esquema meio Airbnb, sabe? Que entra e sai gente toda hora.
E, por conta disso tudo que eu falei, tinha que ter alguém em Caldas Novas para cuidar dos apartamentos, pra administrar tudo — resolver problemas, ver chaves, fazer limpeza, falar com os hóspedes…
E quem ficou responsável por isso? A Daiane.
Dessa maneira, por volta de 2023 ou início de 2024, a Daiane se mudou de Uberlândia para Caldas Novas, para morar lá e pra ajudar a administrar as propriedades da família.
E, no final de 2025, que é quando esse caso acontece, a Daiane já estava morando ali há quase dois anos.
As fontes dão a entender que Daiane morava em um dos apartamentos e fazia a corretagem dos outros, no mesmo prédio. Ou seja, Daiane meio que tinha uma praticidade de morar e trabalhar no mesmo edifício.
De vez em quando, familiares até deviam ir pra Caldas Novas ajudar nesse trabalho, só que quem ficava mais tempo lá era a Daiane mesmo.
Com o tempo, ao que tudo indica, o trabalho dela começou a render frutos e, de acordo com a Ludmila, Daiane foi começando a pegar outros imóveis para administrar também: então, além dos imóveis da família, Daiane teria passado a fazer a corretagem de outros apartamentos. Talvez, no mesmo condomínio ou até em outros lugares.
Só que, no dia 17 de dezembro de 2025… algo de ruim aconteceu:
Quando já era quase sete da noite, caiu a energia elétrica do apartamento da Daiane. Assim que ela percebeu o corte, ela pegou o celular e começou a filmar tudo.
E eu vou te contar o que acontece nessa filmagem:
No começo da filmagem, a gente vê a Daiane na porta do apartamento dela. Meio que um pé para dentro de casa e o outro pra fora, pro corredor, sabe? Ela aponta a câmera pro quadro de luz da casa e mostra o disjuntor. Tudo ligado. Normal.
Mas, dentro de casa, as luzes estão apagadas. Ela até aperta o interruptor pra provar que não tinha luz mesmo…
Ao que tudo indica, naquele dia, a Daiane estava esperando a mãe dela, a Nilze, de 61 anos, chegar no dia seguinte, dia 18 de dezembro. As duas iam sentar pra decidir como ficaria a locação dos apartamentos no Natal e no fim do ano – que é sempre aquela correria de gente viajando.
Depois disso, a Daiane ia viajar para Uberlândia, pra passar o final do ano.
Aí, por conta dessa chegada da Nilze, Daiane estava dando uma faxina no apartamento. Então, no vídeo, aparece as coisas meio fora do lugar, umas cadeiras pra cima, dentro do apartamento…. Ela estava limpando tudo.
Nos corredores do prédio, as luzes estavam acesas. Então, por conta disso, Daiane sabia que o problema era só no apartamento dela. Não no prédio.
Assim, por volta das 18h57, ela deixa a faxina para lá, deixa a porta aberta, e chama o elevador.
DAIANE CHAMANDO O ELEVADOR:

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=DEG2rJZXSwY
Assim que a porta do elevador abre, Daiane dá de cara com um morador do edifício.
DAIANE ENTRANDO NO ELEVADOR:

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=DEG2rJZXSwY
O elevador desce, as portas se abrem… Então, a gente vê Daiane chegando na recepção do Ametista Tower. Segundo a Daiane, ela queria saber com o porteiro se a empresa de energia, a Equatorial, tinha ido no prédio, talvez fazer alguma manutenção ou corte. Porque as contas dela estavam todas em dia e não tinha motivo da energia ter caído.
Isso tudo ela gravou pelo celular e mandou para uma amiga. Mas a gente também tem algumas filmagens dos elevadores. Por meio das gravações do elevador, a gente vê:
Três minutos depois de sair de casa, às 19h, ela volta pro elevador, aperta o botão pro subsolo e desce devagar… até que as portas se abrem de novo.
À frente dela, o subsolo do prédio, onde fica um estacionamento também.
Lá, a Daiane religaria a energia no padrão de energia do prédio. Então, ela sai do elevador…
DAIANE SAINDO PARA O SUBSOLO:

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=DEG2rJZXSwY
Aí, a câmera do elevador continua gravando. Se passam dez minutos, vinte minutos, trinta, uma hora, duas horas, três… e nada da Daiane voltar para o elevador. Ele sobe, desce, leva outros passageiros. Mas nada da Daiane.
Gente, depois disso, infelizmente… ela nunca mais foi vista.
Daiane desapareceu.
Um dos vídeos que ela começou a gravar — justamente o que mostraria o que aconteceu depois que entrou no subsolo — não chegou a ser enviado pra amiga. E, depois disso, o celular dela não teve mais sinal.
Com o passar das horas, algumas pessoas até notaram que a Daiane não estava mais respondendo, nem recebendo mensagens… e acharam aquilo estranho.
Até que… no dia seguinte, no dia 18 de dezembro de 2025, a mãe da Daiane chegou em Caldas Novas, vindo de Uberlândia.
Nilze subiu pelo elevador, caminhou pelos corredores… e então encontrou a porta do apartamento da Daiane fechada e trancada. O que era estranho. Porque lembra que a Daiane, antes de sair de casa, na noite anterior, tinha deixado a porta aberta?
E não era só um pouquinho aberta, não: era totalmente aberta. E, agora, a porta estava fechada… e trancada a chave.
Nilze abriu a porta e, dentro do apartamento, ela estranhou: ela encontrou a casa bagunçada. As cadeiras pra cima, louça na pia, lixo separado para levar para fora… Parecia que Daiane tinha interrompido a faxina no meio e, do nada, saído de casa.
Além disso, onde estava Daiane? Assim que chegou, a Nilze não conseguiu achar a filha e nem se comunicar com ela.
Então, preocupada… Nilze não esperou e, no mesmo dia, acionou a polícia.
Assim, começou uma investigação, cheia de perguntas sem respostas: pra onde Daiane Alves tinha ido? O que tinha acontecido com ela? Quem tinha cortado a energia? E… por quê?
Uma das primeiras possibilidades que os investigadores consideraram foi: será que a Daiane tinha ido embora do prédio por conta própria?
Essa foi uma linha de raciocínio que ficou em cima da mesa dos detetives por um tempo, mas que os policiais logo começaram a perceber que não fazia muito sentido:
- Para começar, o carro da Daiane não estava no Ametista Tower. Ela tinha deixado o carro em uma oficina. Ou seja, ela não tinha saído do prédio dirigindo.
- Então, ela teria ido embora à pé? Mas aí entra outro ponto estranho: a Daiane tinha saído do apartamento com roupas meio largadas, de ficar em casa. Não eram roupas de sair, mais arrumadas.
- Além disso, ela teria saído no meio de uma faxina, deixado a casa de porta aberta, só com o celular na mão. Sem carteira. Sem mala. Sem bolsa. E sem os óculos, inclusive. Que ela usava pra enxergar direito.
- A chave do apartamento que ficava com a Daiane também sumiu. E, depois do desaparecimento, não teve nenhuma movimentação nas contas bancárias dela.
Tudo indicava que ela tinha saído só rapidinho pra resolver o problema da energia e pensava em voltar logo pra casa. Mas alguma coisa tinha rolado no meio do caminho….
A pergunta era “o quê?”
Investigando, as coisas foram ficando cada vez mais bizarras e os policiais logo descobriram que, desde o começo de 2025, a vida dela… não estava indo às mil maravilhas.
Vamos pausar um pouquinho a cronologia do caso um pouco pra contar o que estava rolando:
Esse edifício tinha um síndico, um cara chamado Cléber Rosa de Oliveira — de 49 anos.
De acordo com a Ludmila, quando Daiane se mudou pra esse condomínio, ela e Cléber até tinham uma certa amizade. Uma convivência. Os dois até teriam participado de churrascos juntos.
CLÉBER ROSA DE OLIVEIRA:

Mas, com o tempo, a relação dos dois passou a azedar e eles começaram a ter várias desavenças:
Segundo Ludmila, as disputas entre a Daiane e o Cléber teriam começado porque o síndico também alugava apartamentos no Golden Thermas.
Eu acho que ele não era corretor de imóveis, não. Mas parece que ele tinha um esquema de alugar apartamentos também.
Então, segundo essa versão, Cléber e a Daiane teriam o hábito de abordar proprietários de imóveis do edifício pra eles alugarem seus apartamentos e deixar a administração ou com Daiane ou com o Cléber. Cada um meio que tentando garantir trabalho pra si mesmo.
E, aí, teria começado uma briga por território entre os dois.
Porém, numa notícia do G1, afirma que tudo teria começado, na verdade, depois de um desentendimento porque um dos apartamentos (acho que um da Daiane) teria sido alugado e estava com mais hóspedes do que era permitido.
Aí, eu não sei qual é a versão mais correta. Talvez as duas versões estejam certas e elas, na verdade, se complementam.
No final das contas, não dá para gente saber exatamente como as coisas começaram, só que o certo é que essas brigas foram crescendo e viraram uma verdadeira guerra no edifício.
Deixa eu te contar alguns casos:
De acordo com o UOL, em janeiro de 2025, por exemplo, o condomínio teria reclamado da Daiane…
Gente, por que eu disse a palavra “condomínio”? Porque, pelo que parece, teria sido uma reclamação formal da administração do prédio mesmo. Só que quem que representava o prédio? Cléber. Então, muito provavelmente, teria sido o Cléber, na posição de síndico, quem fez essa reclamação.
Mas qual era a reclamação?
O condomínio teria mandado uma notificação para a mãe da Daiane (já que ela era a proprietária dos apartamentos), falando que o apartamento onde a Daiane morava estava sendo usado, na verdade, não como casa… mas como marcenaria.
E, aí, devia estar fazendo barulho, atrapalhando os outros, usando o imóvel para finalidades comerciais… E isso desrespeitava as regras do prédio.
E que era para Daiane tirar materiais e máquinas da marcenaria em até 72 horas, com risco de ter que pagar multa.
A Daiane negou isso. De acordo com o UOL, ela contou que, dentro da casa dela, aconteciam só montagens de móveis próprios dela. E que isso rolava só eventualmente.
A situação foi crescendo e escalando… e acabou indo parar na justiça.
Isso porque, no dia 30 de abril, a Daiane registrou uma ocorrência: o Cléber teria… gente… invadido a casa da Daiane, de acordo com o G1.
As fontes não deixam claro como ele teria feito isso, tá?! Se ele arrombou ou então se a porta já estava meio aberta e aí ele entrou… Não ficou claro.
Só que elas dão a entender que Cléber teria confessado: falou que entrou mesmo e que queria filmar e provar que tinha uma marcenaria lá dentro.
Essa situação, claro, acabou virando um processo entre eles, na época.
Em maio de 2025, a tensão tomou outro caminho: de acordo com notícias da UOL, Daiane passou a alegar que o síndico estava tentando impedir ela de trabalhar como corretora no prédio. Ele ainda teria orientado a portaria a não receber nenhuma encomenda dela.
Já o condomínio tinha outra versão: dizia que tinham acontecido episódios em que a Daiane teria sido bem insistente e batido boca com funcionários na recepção e na portaria.
Daiane se defendeu. Ela alegou que não exercia a profissão de forma ilegal (então não tinha porque ela não ser corretora ali no prédio), que ela nunca ameaçou funcionários nem moradores e que várias das acusações contra ela simplesmente não tinham nenhuma prova. Nem boletim de ocorrência, laudo, gravação…
Com o tempo, a situação piorou ainda mais:
Alguns serviços dos apartamentos dela (tanto o da própria Daiane, quanto os que estavam alugados para hóspedes) passaram a ser cortados. Água, energia elétrica, Internet, gás… por aí vai. Mas era principalmente a energia elétrica.
De início, a Daiane até estranhou, porque as contas estavam todas pagas. Mas rapidamente ela descobriu o que estava rolando: parece que alguém ia direto no padrão de energia do condomínio, lá no subsolo, e desligava a eletricidade dos apartamentos da Daiane.
E isso não aconteceu uma ou duas vezes, não. Era MUITO frequente. Daiane tinha que sair de casa e descer até o subsolo pra poder religar a energia.
Essa situação ficou tão insustentável que ela teria chamado a empresa de energia de Goiás, a Equatorial, para conferir o que estava acontecendo. E a conclusão deles foi que não era queda geral, não era curto-circuito…
Era alguém indo lá e desligando. Pra atrapalhar mesmo.
Pra tentar resolver a situação, a Daiane teria chegado a colocar cadeados no padrão de energia, para impedir essa pessoa, quem quer que fosse, de desligar a luz.
Só que essa solução de colocar o cadeado não durou muito: pouco tempo depois, os cadeados apareceram quebrados. E, logo depois… a luz voltou a ser desligada.
Acho que, nesse momento, ainda não dá pra afirmar com certeza que era o Cléber que fazia esses desligamentos, só que muita gente especula que, com certeza, era ele, sim. Que, além disso, se não era ele, devia ser alguém a mando dele. Já que o síndico era a única pessoa no prédio, segundo os familiares da Daiane, com quem ela tinha brigas.
Enfim… além desses casos, existem relatos de que, em algum momento, a Daiane teria começado a discutir por algum motivo com uma zeladora do prédio. Um xingamento pra lá, um grito pra cá. E aí a Daiane teria puxado o cabelo da zeladora.
Então, teria uma agressão da Daiane contra essa funcionária.
Mas aí entra um ponto importante:
O que a Ludmila conta é que essa zeladora seria esposa do síndico. E que, até hoje, não existe nenhuma prova dessa suposta agressão. Parece que não tem filmagem nem nada.
Então, deu a entender que isso teria sido uma maneira de tentar incriminar a Daiane por alguma coisa. Colocar um processo contra ela.
Por outro lado, diferente desse episódio com a zeladora, existe um episódio que teria sido bem documentado:
Em fevereiro de 2025, aconteceu um problema de falta de água. Aí, ao que tudo indica, a Daiane teria ido, então, tirar satisfação com o condomínio ou então pedir pro condomínio resolver a situação. Isso segundo a Veja.
E, no meio da confusão, Cléber teria dado uma cotovelada nela.
Ao que tudo indica, existem provas desse episódio. E, é claro, isso também acabou virando mais um processo entre os dois.
Mas não para por aí:
Em um outro episódio, a Ludmila contou o seguinte: em uma das vezes que a luz do apartamento foi desligada, o padrasto da Daiane resolveu descer para ver o que estava acontecendo.
Ele desceu o elevador irritado… e a Daiane foi logo atrás.
Quando eles chegaram lá embaixo (parece que na recepção do prédio), o síndico recebeu o padrasto pra conversar. Passou ele para dentro de uma sala ou de um escritório, algum ambiente assim. Mas, segundo a Ludmila, o síndico teria fechado a porta e deixado a Daiane do lado de fora.
Dá pra imaginar o clima, né?!
Segundo Ludmila, Daiane ficou muito nervosa. Começou a bater na porta e a gritar. Então, o síndico supostamente teria filmado isso e, depois, enviado o vídeo pro grupo do condomínio (devia ser pelo WhatsApp), chamando a Daiane de “louca” e de “drogada”.
Esse episódio também virou processo. E, para se defender, Daiane até teria feito um exame toxicológico para provar que aquelas acusações não tinha fundamento.
Gente, a coisa foi piorando e piorando… até que, em agosto de 2025, Cléber tomou uma atitude drástica: ele convocou uma assembléia extraordinária dos moradores do prédio. Sabe aquelas reuniões que tem de condomínio? Então… era isso.
Só que a pauta, dessa vez, era… expulsar a Daiane do edifício.
De acordo com o UOL, o condomínio teria alegado as coisas que eu contei aqui: que ela teria uma marcenaria no apartamento, desrespeitava regras, tratava mal funcionários, fazia barulho, ameaçava moradores…
O que o UOL relatou é que a maioria dos moradores votou que sim. Que a Daiane realmente tinha que ser expulsa do condomínio.
Teriam sido 52 votos a favor e a Daiane teria 12 horas para deixar o prédio, além de não poder chegar nem perto da recepção. Ela teria que ficar a, no mínimo, 100 metros de distância.
Só que a Daiane se defendeu na justiça. De acordo com ela, o condomínio não tinha cumprido certas regras pra convocar essa reunião: o síndico, por exemplo, não teria respeitado o tempo mínimo que precisa ter entre você convocar a assembleia e realizar ela.
O Cléber teria chamado a reunião e, logo depois, feito ela. Sem esperar um tempo mínimo.
Dessa maneira, a decisão de expulsar a Daiane foi suspensa pela justiça.
Isso foi o que está escrito no UOL e também em outras fontes de notícia. Só que Ludmila, cunhada da Daiane, comentou sobre essa situação e parece que o buraco talvez seja mais embaixo:
Segundo ela, Cléber teria chamado só quem ele queria pra reunião. Tanto é que a mãe da Daiane, que tem seis apartamentos, não foi chamada pra assembléia.
Os moradores, sabendo que Daiane e o síndico estavam em pé de guerra, de acordo com essa versão, teriam decidido se abster e não votar.
Só que, para burlar isso, o síndico teria supostamente feito uma coisa… NO MÍNIMO… controversa: ele teria colocado lá que, quem não votasse, estaria, na verdade, votando automaticamente a favor da expulsão da Daiane. Ou seja, a abstenção contaria como “sim”. Isso segundo essa versão.
A Ludmila relata que isso virou processo, só que que a justiça já deu causa ganha pra Daiane, considerando a assembleia inválida.
Aí, eu não consegui descobrir exatamente qual a versão mais correta, mas é isso que a gente tem de informação circulando por aí.
Gente, no final das contas, isso tudo virou uma avalanche:
As desavenças viraram mais de 10 processos. Com boletins de ocorrência, polícia envolvida, advogado pra todo lado…
Uma situação MUITO complicada.
E, em dezembro de 2025, o cenário era esse: Daiane morava em um prédio onde ela tinha conflitos com o Cléber. Clima pesado. E, pra piorar, tinha os cortes repentinos dos serviços, tipo o de energia elétrica.
Querendo se livrar dessa situação (e eu acho que a Daiane também devia ter um pouco de medo do Cléber), os familiares já tinham planejado que, a partir de fevereiro de 2026, eles iam se afastar um pouquinho do edifício. E já estavam esquematizando deixar a administração dos apartamentos na mão de uma empresa especializada, pra que Daiane não precisasse mais lidar diretamente com o Ametista Tower.
E a Daiane voltaria pra Uberlândia. Pra viver em paz também, né, gente… Só que, infelizmente, as coisas não sairiam como estava planejado: no dia 17 de dezembro, como eu contei, a luz da casa dela foi cortada. Ela desceu pro subsolo pra religar a energia, já desconfiando que o Cléber quem teria desligado o padrão de energia lá embaixo… e desapareceu.
Agora, voltando pras investigações:
A polícia logo percebeu que, muito provavelmente, a Daiane não tinha ido embora por vontade própria. Mas então… o que tinha acontecido com ela?
Os policiais foram atrás de desvendar:
Segundo Ludmila, em entrevista, no dia 23 de dezembro, a polícia recebeu do condomínio as imagens das câmeras de segurança do prédio. Aquelas imagens do elevador que eu contei, por exemplo, da Daiane descendo pro subsolo.
Mas… gente… tinham imagens faltando:
Não tinha nenhuma filmagem da Daiane saindo do prédio. Ao que parece, também não tinha gravação do subsolo. Nem registros de veículos saindo do edifício.
E isso chamava a atenção, porque as câmeras eram novas. Eram câmeras boas. De alta qualidade. Que, inclusive, gravam até áudio.
De acordo com algumas fontes, Cléber teria dado uma explicação: de que os investigadores não tinham recebido imagens porque algumas câmeras não teriam gravado nada naquele período. E que outras gravações teriam se perdido, porque o sistema de vigilância só armazenava as imagens por onze dias. Depois, as gravações mais novas iam sobrepondo as anteriores automaticamente.
E a polícia teria demorado mais que esses 11 dias para ir atrás do restante das filmagens. Então, ao que tudo indica, algumas filmagens não existiam ou não existiam mais.
Só que… gente… as câmeras do subsolo não teriam gravado nada bem na hora do desaparecimento?!
Os policiais pegaram o aparelho gravador das câmeras de segurança pra analisar e entender se houve algum tipo de adulteração das imagens. Os detetives querem saber se essas câmeras realmente não gravaram nada ou se as imagens foram apagadas propositalmente.
E, até o dia 23 de janeiro de 2026, não tinha nenhuma atualização sobre os resultados desses testes, tá?
Em 15 de janeiro, cerca de um mês depois do desaparecimento, a polícia criou, então, uma força de tarefa para intensificar as investigações:
Eles fizeram reconstituições dos que poderia ter acontecido, entrevistaram 22 pessoas (inclusive funcionários do condomínio)...
Também existem relatos na imprensa de que o veículo de um morador do Ametista Tower teria sido revistado pelos detetives. E alguns apartamentos também teriam sido vasculhados.
Porém, os policiais não conseguiam deixar de olhar pro fato que Cléber era a única pessoa com quem Daiane tinha desentendimentos e também era a única pessoa que tinha conhecimento do prédio suficiente para cometer algum crime sem ser visto pelas câmeras.
Até que… na madrugada do dia 28 de janeiro, segundo o G1, a delegacia de homicídios e o grupo de investigação de desaparecidos se juntou em uma força tarefa: juntos, eles cercaram cercou o condomínio Golden Thermas e sorrateiramente se aproximaram pela madrugada…
Tudo feito com cuidado. Sem muito alarde.
Rapidamente, entraram no apartamento do Cléber, enquanto ele dormia. E então Cléber foi preso! O que, a essa altura, não surpreendeu ninguém.
Então, logo que foi preso, ele teria começado a colaborar com os policiais… e confessou. Cléber confessou que teria feito algo com Daiane.
Algemado, Cléber levou os policiais até uma rodovia, a GO-213. Com mato dos dois lados da estrada. A 15 quilômetros de Caldas Novas. Ele algemado e levando os policiais até o meio do mato.
Lá, ele apontou para uma região… e, então, a polícia finalmente encontrou Daiane. Infelizmente, morta. Depois de cerca de 40 dias de sumiço.
Ela tinha 43 anos. O corpo estava em estado avançado de decomposição. E, segundo algumas fontes, era basicamente a ossada.
Por conta disso, a polícia ainda não tem certeza de como Daiane foi morta (o que eu vi em uma notícia foi que ela pode ter sido estrangulada).
POLICIAIS DURANTE AS BUSCAS PELO CORPO DE DAIANE:

Como estão as coisas atualmente, gente: o Cléber e o filho dele, o Maicon, foram presos temporariamente.
Cléber teria contado que, no dia 17 de dezembro, assim que Daiane entrou no subsolo, gravando com o celular, eles teriam brigado. Aí, a discussão foi aumentando… até que ele acabou cometendo o crime.
Cléber não deu mais detalhes de como o assassinato aconteceu. Então, a gente ainda não sabe exatamente os detalhes do que rolou.
Mas ele contou que, depois de cometer o crime, ele teria usado as escadas do prédio para não ser filmado (porque parece que não tinha câmera nas escadas). Aí, ele teria colocado o corpo da Daiane na carroceria da picape dele e saído do condomínio sozinho, para se livrar do corpo.
Como a Daiane entrou no subsolo às 19h e uma outra moradora do edifício teria entrado no subsolo às 19h08 (e ela não viu nada fora do normal), isso indica pros policiais que todo o crime aconteceu em apenas 8 minutos.
Apesar de Cléber ter confessado, ele ainda não foi julgado. A polícia ainda está investigando várias coisas e ainda tem um processo judicial grande para acontecer. Desse jeito , hoje ele é suspeito, investigado por homicídio e ocultação de cadáver.
Cléber afirmou, segundo o G1, que ele teria cometido o crime sozinho e que o filho dele não tinha nada a ver com o caso. Mas, como eu disse, o Maicon também foi preso.
Isso porque ele é suspeito de ter ajudado o pai a ocultar provas.
Segundo a polícia, Maicon supostamente teria dado um celular novo para Cléber. O que pode ter sido uma maneira de evitar que o celular antigo do pai, que poderia conter alguma prova, fosse apreendido e analisado.
Pode até ser que, daqui algum tempo, os policiais descubram que Maicon teve algum envolvimento na hora da morte. Mas, nesse momento, parece que não. Até onde se sabe, ele não teve envolvimento na hora da morte e está sendo investigado só por essa possível ocultação de provas.
Só que tem um detalhe que pesa: segundo o G1, Maicon já teria mandado várias mensagens ofensivas para a Daiane antes, parece que pelas redes sociais. Então, ele também parece que tinha algum desentendimento com ela.
Atualmente, Cléber e Maicon estão em prisão temporária, que dura 30 dias e que pode ser prorrogada. Ainda existem indícios de que eles planejavam fugir, porque a polícia teria encontrado malas com eles na hora da prisão.
No dia 28 de janeiro de 2026, quando os dois foram presos, um porteiro do Ametista Tower também foi levado para prestar alguns esclarecimentos. O nome dele não foi revelado e, até o momento, não é considerado suspeito de nada.
Gente, no final das contas, como eu disse antes, esse caso é muito recente. Tudo ainda está rolando, o síndico acabou de confessar tem pouco tempo e os fatos ainda estão sendo 100% apurados.
É isso o que se sabe até o momento. Mas a gente ainda não tem detalhes de muitas coisas: tem informações novas aparecendo a cada momento e as investigações ainda estão rolando.
Então, como eu disse no início, daqui a pouco podem surgir informações que complementem (ou até mudem) alguns pontos do que a gente sabe hoje.
Por exemplo: como exatamente o crime aconteceu? O assassinato foi feito em um impulso ou foi planejado? Cléber apagou mesmo as filmagens? E a motivação foi realmente os desentendimentos?
Enfim… cenas dos próximos capítulos. Com mais atualização, eu trago um outro episódio aqui (ou então no meu Instagram) pra atualizar vocês!
ROTEIRISTA: Lucas Andries
FONTES:
- https://www.youtube.com/watch?v=VRHz3xPx2Qg
- https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/01/23/estrutura-de-predio-onde-corretora-sumiu-complica-investigacao-diz-policia.htm
- https://www.metropoles.com/brasil/caso-daiane-mpgo-denuncia-sindico-de-predio-onde-mulher-desapareceu
- https://www.youtube.com/watch?v=h794rovAz70
- https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/mg/mulher-desaparecida-ao-descer-no-subsolo-do-predio-o-que-sabemos-do-caso/
- https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/01/23/marcenaria-em-casa-luz-quais-brigas-corretora-que-sumiu-teve-com-vizinhos.htm
- https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/01/23/falta-de-energia-que-atraiu-corretora-ao-subsolo-de-predio-aconteceu-tambem-um-dia-antes-do-desaparecimento-diz-irma.ghtml
- https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/01/23/estrutura-de-predio-onde-corretora-sumiu-complica-investigacao-diz-policia.htm
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