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A chegada de um bebê é algo que muitas famílias aguardam ansiosamente e que traz ao lar aquela sensação de que não há lugar mais seguro que aquele onde a família está. Mas e se for o lar, justamente, o lugar onde o pior pesadelo da família está prestes a acontecer?

Paulette Gebara Farah

Eu ainda não tenho filhos, mas as amigas que têm dizem que a gestação é um momento de várias emoções. Mesmo que a mulher tenha se planejado, ela pode se sentir insegura, e ainda que tenha engravidado sem planejamento, pode ser que cada novo ultrassom a deixe ainda mais animada para o parto. 

Não há regras, mas, no geral, um sentimento é comum: toda mãe espera que seus filhos nasçam com saúde e que, mesmo se ocorrer algum obstáculo, ou em algum ultrassom for descoberta condições que causem sequelas ao bebê, não importa, porque ele será amado e cuidado de qualquer jeito.

Em uma cidade do México chamada Huixquilucan, que eu acho que se pronuncia UISQUILUCAN e vou falar assim, então se estiver incorreto vocês me desculpem, mas nessa cidade, em vinte de julho de dois mil e cinco, nasceu uma criança linda que trouxe muita alegria a seus pais, Mauricio Gebara e Lizette Farah, e à sua irmãzinha, que também se chamava Lisette, de mais ou menos três anos.

A segunda menininha da casa recebeu o nome de Paulette Gebara Farah e a família sabia que ela nasceria com condições que a tornavam uma criança com necessidades especiais, mas isso não seria um problema, pelo menos financeiramente falando. A família tinha uma situação econômica bem confortável. 

Maurício trabalhava como corretor de imóveis e tinha muito sucesso nessa área, e Lizette era uma advogada de muito prestígio na região. Assim, sabiam que poderiam cuidar de Paulette em todas as suas demandas – contando, inclusive, com duas babás, em tempo integral, para que tanto a recém-nascida quanto a pequena Lisette-filha tivessem uma infância feliz e bem assistida.

E foi assim que se seguiu pelos próximos quatro anos desde o nascimento de Paulette, como a gente pode ver nas imagens de vídeos caseiros em que a garotinha aparece brincando feliz, sozinha ou com a irmã mais velha, mesmo tendo problemas motores, que dificultavam seu caminhar, e questões severas de fala. Paulette não conseguia formular frases completas, mas se comunicava como podia e era um verdadeiro xodó para as babás, Ericka e Martha Casimiro, que eram, as duas, irmãs, e se revezavam nos cuidados das garotinhas. 

Elas tinham enorme afeto pela garota que precisava delas para as necessidades mais básicas, como tomar banho e comer, e também para algumas complexas. Dada a sua condição de saúde, Paulette não podia, por exemplo, dormir sem o auxílio de um respirador, uma espécie de máquina que garantiria que ela receberia oxigênio durante o sono.

Isso porque seus distúrbios motores poderiam levá-la a algum tipo de apneia, se abrisse demais a boca, e para evitar acidentes, todas as noites esse aparelho era ligado e colocado sobre a face da garotinha antes que ela pegasse no sono.

Tirando esses cuidados especiais de Paulette, a rotina da família era bem normal. Seus pais saíam para trabalhar e se divertir, a irmã Lisette estudava e frequentava a casa de amiguinhos, e sempre que podiam a família viajava toda junta para curtir um fim de semana em um local diferente, onde as duas crianças pudessem brincar e, enfim, serem crianças.

Uma dessas viagens foi para a aldeia de Valle de Bravo, a mais ou menos uma hora e meia de carro de UISQUILUCAN, que tem lindas cachoeiras e diversos passeios para todas as idades, e eu espero, de coração, que tenha sido uma alegria imensa para Paulette fazer essa aventura em família, porque seria a última de sua vida.

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Na noite de domingo, vinte e um de março de dois mil e dez, Maurício e as filhinhas Lisette e Paulette chegam em casa, onde Lizette-mãe está esperando toda a família para colocá-las na cama com um beijo de boa noite. Ela não foi a essa viagem porque tinha confirmado compromisso com uma amiga, mas queria estar em casa quando todos chegassem e assim foi. Ela colocou as crianças na cama e o domingo terminou como qualquer outro. 

Na manhã de vinte e dois de março, porém, Ericka, uma das babás, vai até o quarto da menininha para acordá-la para a escola quando percebe que a garota não está lá. De imediato, a gente pensa que ela poderia ter ido a algum lugar na própria casa, mas só isso já seria difícil, pois Paulette não tinha força física para desligar seus aparelhos de respiração, descer da cama e andar pela casa sozinha. 

Ela tinha pouco menos de cinco anos, era miudinha e tinha muitas necessidades especiais, e ainda que um alerta vermelho já soasse na cabeça da babá, ela anda pela residência, chamando por Paulette, até concluir que a menina não estava em lugar nenhum.

Em completo desespero, Ericka avisa Lisette-mãe que Paulette não está no quarto e ela, por sua vez, faz esse anúncio ao marido, Maurício. Ambos começam uma correria ensandecida que acho que só pode imaginar quem tem filhos e percebe que eles não estão onde deveriam estar. Mauricio liga para sua irmã, a tia de Paulette, que tem contatos na polícia da cidade e rapidamente as autoridades já estavam a par de uma criança especial desaparecida.

De cara a polícia pensou que podia se tratar de um sequestro, porque Maurício e Lizette tinham condições financeiras que poderiam chamar a atenção de criminosos em busca de resgate. Contudo, nada na casa mostrava sinais de que um crime assim tivesse ocorrido por ali. As portas não foram arrombadas, as coisas da menina não foram mexidas… nem sequer seus aparelhos de respiração foram levados, o que era bem estranho. 

Afinal, se um sequestro foi planejado tendo como alvo a garotinha frágil daquela família, o mínimo que os sequestradores deviam fazer é levar aparatos que garantissem que ela estivesse viva, pelo menos por alguns dias, até que a negociação fosse finalizada.

E, se fosse esse o caso, os sequestradores também deviam conhecer de perto a rotina da família, talvez fossem até bem próximos, já que não havia arrombamento nem nada. Por causa dessas evidências, ou melhor, da falta delas, as duas babás foram imediatamente consideradas suspeitas, levadas à delegacia e interrogadas.

Só que logo ficou claro que as irmãs Ericka e Martha Casimiro não tinham parte no desaparecimento da garota, principalmente porque teriam um tempo muito curto entre a noite de domingo e a manhã de segunda para empreender qualquer tipo de fuga com uma criança especial. Elas também não tinham motivos para fazer isso. Corria um boato na cidade de que o casal Gebara, tão bem-sucedido e feliz, estava tendo problemas, tanto conjugais quanto financeiros, e ninguém melhor do que as pessoas que passavam o dia inteiro dentro da residência para saber o que realmente se passava.

Se eles estavam sem dinheiro, por exemplo, as babás, CASO TIVESSEM planejado algum sequestro, o que ficou provado não ser o caso, estariam dando um belo tiro no próprio pé.

Só que, ainda assim, as coisas estavam meio estranhas… porque, se ninguém arrombou a porta, ninguém facilitou a entrada de ninguém e, no domingo à noite, tudo parecia bem, e na segunda de manhã, uma criança está sumida… o que foi que conteceu?

O caso logo tomou as manchetes dos jornais, ganhando proporções nacionais e até internacionais. Os dias se passavam e ninguém sabia onde estava Paulette. A família deu entrevistas na televisão, mostrando o quarto da garotinha, seus brinquedos e roupas, para amolecer o coração dos supostos criminosos que estavam com ela a devolvê-la, mas nenhum telefonema foi recebido, nenhuma carta enviada.

Se alguém estava com Paulette, não iria devolvê-la.

Chegou a um ponto em que Lizette, a mãe, dava entrevistas que não faziam o menor sentido. Por causa do desespero da filha desaparecida, o luto por saber que, depois de alguns dias, ela poderia não ser mais encontrada viva ou qualquer outro motivo que rondasse a cabeça de Lizette fez com que ela dissesse em frente às câmeras, por exemplo, que sua filha poderia ter sido abduzida por Aliens.

Ou por Harry Potter.

A tensão subia cada vez mais na família e esse mistério parecia não ter nenhuma solução quando, em trinta e um de março, o corpinho de Paulette foi encontrado sem vida no lugar mais inesperado de todos:

Dentro de seu próprio quarto.

A essa altura o México inteiro já estava acompanhando o desaparecimento de Paulette, com cartazes com seu rosto espalhados por todo o país, e obviamente o choque do desfecho se espalhou tão rápido quanto a própria notícia do sumiço da menina.

Imediatamente as pessoas quiseram respostas. Um país inteiro estava de luto pela garotinha, mas o senso de justiça que se pede em casos como esse era URGENTE. Porque, no fim das contas, ela estava ALI, nove dias depois, dentro da própria casa?

E, pior, dentro do PRÓPRIO QUARTO? Aquele quarto onde sua mãe tinha dado entrevistas para a TV, mostrando seus bichinhos de pelúcia, sentada na sua cama com a repórter?

Quando foi descoberto, o corpo da garotinha estava enrolado em cobertores em um espaço entre a cama e o colchão. O quarto era considerado uma cena de crime desde quando, alguns dias antes, uma mancha do que poderia ser sangue foi encontrada no chão. Ainda assim, muita gente passou por lá, inclusive as babás, arrumando a cama diariamente. Não tinha COMO ninguém ver que tinha um cobertor enroladinho ali.

Há também depoimentos dizendo que a amiga de Lizette mãe que estava com ela no fim de semana em que ela não foi à viagem em família ficou dormindo no quarto de Paulette depois do desaparecimento, porque passou a semana dando apoio emocional à família. Por causa dessa hóspede, a roupa de cama era trocada praticamente todos os dias.

Qualquer pessoa que já tenha feito uma cama sabe que é IMPOSSÍVEL tirar lençol, colocar lençol, deixar ele bem retinho no colchão e deixar a cama impecável se tiver qualquer pedaço de pano jogado entre a madeira da cama e o colchão. Mas, nesse caso, não era só um pedaço de pano. Era O CORPO DE UMA MENINA DE QUATRO ANOS!

Quando a história chegou à mídia, inúmeras teorias foram criadas, porque a notícia inicial era a de que Paulette poderia ter estado ali aquele tempo todo. Como era miúda e usava respirador à noite, pode ter se mexido, se enrolado nos fios do aparelho, caído entre o colchão e a cama e ali ficado. Isso teria sido bem bizarro, e coisas bizarras acontecem o tempo todo, mas o corpo de Paulette tinha alguns ferimentos que não condiziam com a morte por asfixia que seria caso isso tivesse acontecido.

Mas seu atestado de óbito diz justamente isso: ela morreu por asfixia mecânica devido à obstrução de suas cavidades nasais e compressão torácica. A necrópsia revelou que ela não havia sido mexida depois de morta e que provavelmente morreu entre cinco e nove dias antes da análise, e ela teria ingerido seu último alimento pelo menos cinco horas antes de morrer.

A conta não fecha. Para que alimentos fossem encontrados em seu sistema digestivo com pelo menos cinco horas anteriores à morte, ou ela morreu na noite de domingo ou foi alimentada depois de ter sido declarada desaparecida.

Além disso, poderia, sim, ter acontecido um acidente durante a madrugada, e ela não ter conseguido se mexer para voltar à cama, já que tinha dificuldades motoras e de fala, para gritar por ajuda, mas a decomposição natural de seu corpo causaria um cheiro insuportável, que um emaranhado de cobertores não seria o suficiente para disfarçar.

E, pra completar, quando a polícia começou a investigar o desaparecimento, levou à casa cachorros treinados para sentir o cheiro de Paulette em suas roupas e brinquedos e traçar uma possível rota por onde ela tenha passado depois de seu sumiço, mas os cachorros não só não levaram os investigadores a lugar algum como também não sentiram seu cheiro, viva ou morta, em nenhum canto da casa.

O mistério tomou ares ainda mais dramáticos quando as autoridades do caso revelaram que Maurício e Lizette, os pais de Paulette, caíram em contradição várias vezes, em seus depoimentos, e que muitos deles não condiziam com os depoimentos das babás. A mídia também explorou um caso à parte a essa tragédia familiar de que Lizette estaria tendo um caso e foi por isso que não foi à viagem em família.

Em meio a esses acontecimentos, ainda surge uma ligação feita entre Lizette-mãe e Lizette filha em que a mãe aconselha a criança a não falar nada a ninguém, pois alguém poderia interpretar mal e levar seus pais embora. Em sua defesa, Lizette diria que a gravação foi manipulada e, depois, que estava fora de contexto.

A tensão foi tão grande na família após a descoberta do corpo que o pai de Paulette se recusou a ir ao enterro porque a mãe da menina estaria lá. Desde então, o casal segue separado, e há treze anos não há conclusão para o que de fato aconteceu com Paulette Gebara.

A investigação foi concluída como morte acidental e um dos promotores responsáveis pelo caso, Alberto Bazbaz, que era amigo da família, ficou conhecido no país inteiro após a notícia de que ele havia renunciado ao cargo de promotor logo após o fechamento dessa investigação.

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Com todas as circunstâncias misteriosas, ainda que não tenha um desfecho satisfatório, o que não falta a esse caso são teorias. A maioria coloca Maurício e Lizette como potenciais assassinos da filha.

Lembra quando eu disse que as babás logo foram liberadas no depoimento de desaparecimento porque não tinham condição de sequestrar uma criança em tão pouco tempo? Pois é. Depois da confirmação da morte, a polícia foi até a residência e prendeu todo mundo, incluindo a babá, para formatar o que seria uma versão definitiva para os fatos.

E elas disseram, com muita consistência, que não só não tinham conhecimento nenhum sobre o que poderia ter acontecido como haviam vasculhado o quarto inteiro, por todos esses dias, e estavam certas de que Paulette NÃO estava lá.

A partir daí, foi só ladeira abaixo para os pais da menina, que começaram a se incriminar. Maurício, por exemplo, deu a declaração de que tinha certeza de que a filha NÃO morreu de acidente, dando a entender, sem citar nomes, que sua esposa estava envolvida.

Lizette era reconhecida por ser uma pessoa mais fria e, de fato, tinha dito coisas meio estranhas nas entrevistas, mas alegava inocência. A primeira teoria forte é a de que ela era responsável pela morte da filha, por estar cansada de ter que tratar dela, por suas necessidades especiais. E ela chegou até a dizer, em determinado momento, que se a filha estivesse morta, não seria o fim do mundo, porque ela tinha OUTRA.

Alguns especialistas disseram que isso pode demonstrar que Lizette tem transtorno de personalidade e pode até apontar para uma sociopatia, mas nada disso foi diagnosticado oficialmente e, mesmo que fosse, uma coisa não leva necessariamente à outra. De qualquer forma, existe essa teoria ainda muito presente no imaginário popular de que Lizette-mãe matou a filha e conseguiu se safar porque sua família era rica e comprou o silêncio das autoridades.

Uma outra versão dessa teoria é a de que os pais de Paulette tenham feito isso juntos porque passavam por dificuldades financeiras e simulariam um sequestro para que, talvez, a comunidade se juntasse para levantar o dinheiro, com o qual os dois fugiriam do país com as filhas. Nessa possibilidade, eles teriam colocado Paulette em uma espécie de duto de ar e ordenado à garotinha que não saísse dali, mas como ela tinha questões de saúde, acabou falecendo nesse cativeiro improvisado e, como a história ganhou muita mídia e comoção do público, eles tiveram de se contentar em voltar o corpo para o quarto e alimentar o mistério.

Mas, no fim das contas, eles teriam se safado justamente por ter muitos amigos em posições de poder estratégicas não só na cidade, mas como em todo o México, as autoridades findaram as investigações com a conclusão do acidente. Contudo, os ataques que Maurício fez a Lizette, dando a entender que ela era a culpada, não seriam muito inteligentes se ele também tivesse participado do crime…

Uma outra hipótese que muita gente levanta é de que Lizette filha, a irmã de Paulette, pode ter acidentalmente matado a irmã, como a empurrado de algum lugar, durante a viagem, ou tê-la ferido mortalmente após perder a paciência, já que tinha ciúmes da atenção que a caçula recebia por conta da sua condição de saúde.

Isso explicaria a mancha de sangue no quarto e alguns ferimentos no corpo de Paulette que não condizem com a asfixia, e também explicaria aquele pedaço de ligação em que Lizette-mãe pede à Lizette-filha que não conte nada a ninguém sobre, abre aspas, aquele dia, fecha aspas, senão poderia ser mal interpretada e seus pais seriam levados para longe.

Nessa teoria, a necessidade da mãe de proteger sua filha de um acidente que poderia ser visto como um crime cometido por uma criança, fora todo o trauma que a irmã de Paulette carregaria para o resto da vida, explicaria a frieza de Lizette-mãe, fazendo declarações esquisitas e dizendo que não se preocuparia com a morte de uma filha porque tem outra e a coisa toda.

E, para além das teorias, há também o caso do pijama, que é bem peculiar, para dizer o mínimo. Em uma das entrevistas que Lizette-mãe deu na televisão, mostrando os brinquedos e as roupas da filha, ela segura um pijama de ursinho azul, que pertenceria à menina desaparecida.

Só que Paulette estava usando AQUELE MESMO PIJAMA quando foi encontrada. As pessoas notaram que nas fotos onde um pedacinho do corpo aparece, a menina vestia o pijama e logo levantaram a dúvida sobre como ela foi ficar com o pijama que a mãe segurava se estava desaparecida antes.

Lizette-mãe disse que mostrou o pijama da filha mais velha, sem querer, já que as duas tinham o mesmo modelo de pijama e por um erro qualquer aquela peça foi parar nas coisas de Paulette. Apesar de muito suspeito, esse sinal esquisito não foi investigado ou, se foi, não deu em nada.

Essas são as teorias mais fortes, mas, vale lembrar, NENHUMA delas chega nem perto de explicar como o corpo da menina não foi visto por ninguém, já que não foi mexido depois da morte, e o cheiro de decomposição também não foi sentido por ninguém, e nem como, ou onde, o assassino ou assassinos de Paulette esconderam a menina esse tempo todo, ou como conseguiram colocar o corpo de volta ao quarto sem deixar nele as marcas desse transporte e, principalmente, burlando repórteres, policiais e curiosos que passaram aqueles nove dias, entre o sumiço e a descoberta do corpo de Paulette, entrando e saindo da casa.

O que aconteceu de verdade com essa garotinha ainda é um enorme mistério.

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Como esse caso envolve criança e uma criança com necessidades especiais, vale lembrar que, caso você testemunhe ou até desconfie de que alguma criança esteja sofrendo maus tratos, você pode fazer a denúncia através do DISQUE CEM. 1-0-0 é o número do programa Disque Direitos Humanos, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, e a sua denúncia será anônima. 

Roteiro: Lais Menini

Fontes: https://superfatos.com.br/a-triste-e-misteriosa-morte-de-paulette-gebara-farah/

https://twitter.com/HagamosHilos/status/1271500790906093569

https://pt.mehvaccasestudies.com/ten-years-later-many-still-think-paulette-gebara-farah-was-murdered

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